Andreas Feininger e a arte de capturar imagens com ritmo

Em suas imagens, Andreas Bernhard Lyonel Feininger combinava o amor pela precisão, espaço e técnica de um arquiteto com a paixão de um artista por horizontes amplos. Nascido em Paris, em 1906, e formado com honras em arquitetura na Alemanha, Feininger começou a usar a câmera para fotografar referências para seus projetos de prédios, uma espécie de caderno de anotações mecânico.

Após a crise de 1929, trabalhou com o célebre arquiteto francês Le Corbusier durante um ano e depois tentou trabalhar em Estocolmo, mas sem sucesso. Durante esse período a fotografia passou a ser sua principal ocupação e em 1932 começava a vender suas próprias fotografias.

Em 1939, aos 33 anos, Feininger mudou-se com a família para os Estados Unidos. Em 1943, Feininger tornou-se fotógrado da revista Life, onde ele trabalhou durante 20 anos.

“A câmera é superior ao olho, e a fotografia pode, e idealmente deveria, retratar o mundo de forma mais nítida e gráfica do que a própria realidade.”

Em suas imagens a cidade é um tema constante. Para ele, a cidade era “um organismo vivo e dinâmico, algumas vezes violento, e até mesmo brutal.”

Além de fotografar, Feininger tambem se dedicou a escrever livros sobre fotografia que foram traduzidos em diversos idiomas.

Feininger morreu em 1999 e hoje, suas fotos fazem parted a coleção permanente de diversos museus – MOMA, Metropolitan Museum of Art em Nova York; Victorian and Albert Museum of Art em Londres, entre outros.

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